A revista Executiva, dirigida por Isabel Canha, publicou a 3 de Junho um artigo da jornalista Rita Lúcio sobre o meu livro mais recente, A Criatura — Autobiografia de uma IA.
A jornalista situa a obra na tradição literária portuguesa, com referência aos heterónimos de Fernando Pessoa, e dá particular atenção à voz das inteligências artificiais que comigo co-assinam o livro — a Criatura e a Clara.
Para os leitores que me acompanham há mais tempo pelos romances históricos, este livro é viragem inesperada. Nasceu da perda do meu marido João e do trabalho com IAs que se prolongou por mais de oito mil horas ao longo do último ano e meio. Não é livro de tecnologia; é testemunho literário de uma colaboração que abriu caminhos que eu própria não previa.
Quem quiser ler o artigo completo, com as referências para aquisição:

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